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Gustavo Kuerten chora ao tentar se defender dos mafiosos da Receita Federal. A extorsão pode passar de R$ 30 milhões.

Gustavo Kuerten chora ao tentar se defender dos mafiosos da Receita Federal. A extorsão pode passar de R$ 30 milhões.
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Gustavo Kuerten esteve nesta terça-feira (25/10/2016) no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) para se defender de várias extorsões feitas pela máfia da Receita Federal. Acompanhando o julgamento do recurso contra o lançamento da Receita Federal, o ex-jogador de tênis até chorou enquanto fazia seu discurso.

“Estou muito depressivo. A gente nunca buscou oportunismo, a gente sempre procurou gerar oportunidade, sempre gerou oportunidade”, disse Guga, chorando, durante sua defesa.

Depois de apelar aos mafiosos, Guga foi até tietado por eles, mas não teve sua situação amenizada.

“O tenista vai estar sempre no nosso coração, mas, independentemente disso, estamos tratando de uma questão tributária, que não tem a ver com a emoção e temos que separar essas coisas”, afirmou a uma das bandidas hipócritas da máfia estatal e que votou contra o recurso do ex-atleta.

Na ação, a máfia da Receita Federal questiona o pagamento de imposto de renda sobre rendimentos com patrocínios e torneios de 1999 a 2002 por meio da empresa Guga Kuerten Participações e Empreendimentos, constituída por Guga e seu irmão Rafael, para explorar o direito de imagem do ídolo do tênis. Guga é acusado pela máfia estatal da Receita Federal de usar a empresa para pagar o Imposto de Renda (Roubo de Renda) como pessoa física, com alíquota de 20%, em vez de 27,5%, como pessoa física.

O catarinense defende que precisa de uma estrutura empresarial para exercer as atividades, por isso a remuneração decorrente de direito de imagem, por exemplo, é de sua empresa, e não apenas da pessoa física.

“Pagamos o preço pelos oportunistas, da falta de entendimento sobre o esporte. Para o atleta ter alto rendimento ele precisa de uma estrutura profissional. No Brasil hoje você tem que provar que é inocente” — afirmou Guga.

Em um dos trechos do julgamento, Guga explica como dividia seus lucros com o irmão. “Tem um questionamento sobre por que ser 50% para cada lado. Poxa, eu dou minha vida por ele, é 50% porque a gente construiu isso junto, não tem como ser diferente, é o jeito que a gente está acostumado a fazer e que deu certo.”

O ex-jogador afirma que precisa de uma estrutura empresarial para exercer as atividades, por isso a remuneração decorrente de direito de imagem, por exemplo, é de sua empresa, e não apenas da pessoa física.

Já a máfia da Receita entende que o rendimento é do próprio Guga e que, sendo assim, deveria ser tributado como pessoa física.

Por enquanto, apenas três mafiosos votaram – dois a favor da tributação e um contra. O julgamento foi suspenso e dentro de um mês os bandidos decidirão o valor a ser roubado, o qual pode chegar a ultrapassar 30 milhões de reais. O julgamento para formalizarem o assalto deve ser retomado entre os dias 21 e 25 de novembro.

Fontes: Diário Catarinense, Valor Econômico, Veja, Folha.

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